quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Parabéns Paraná -RN !



                     Parabéns Paraná-RN !


     
Foto: Conceição Pinheiro
   Este aniversário da cidade de  Paraná-RN coincidiu com a linda missa da páscoa a qual todos participaram.


        Que a “III CAVALGADA DA PAZ” e a festa de aniversário da cidade faça crescer sempre mais laços profundos entre todos “MUNICÍPIO  e CIDADE” fazendo de todos um coração só, uma alma só, UM SÓ CORMO SOCIAL: 
                    
         A CIDADE “PARANÀ-RN  
                    
           " O PARANÁ NOSSO POVO" !

A todos os paranaenses a alegria de sermos partícipes deste tempo pascal e que verdadeiramente todos deem espaço para que Jesus ocupe o nosso ser e que deixemos que ele atue e não deixemos a oportunidade para servir e amar concretamente a nossa volta. Pois, cada dia “ELE não volta... COM AS OPORTUNIDADES.
Não deixemos ele preso dentro de cada um de nós sem poder servir de verdade os irmãos, como só “ELE serviria. Através do nosso ser! Eis a mensagem:  
 
 "A nossa alegria não deve ser apenas uma euforia passageira, mas um estado de espírito, fruto da certeza que Deus está sempre conosco.
      Jesus Ressuscitado é o sol da alegria e nós podemos levar a sua luz e sua alegria a todos. A nossa alegria é viva, venceu a morte. O evento da ressurreição repete-se em nossa vida no quotidiano. Em cada dor está a morte e em cada morte uma ressurreição, por isso a alegria reina no coração de quem crê."
       
       Acreditamos no seu presente e no seu futuro, Paraná- RN!

           Acreditamos nos seus filhos cheios de Sua luz que ama a todos sem distinção. Parabéns Paraná-RN! 








Paraná-RN, terra amada!


De longe não me esqueço!

 Lembro-me com alegria, a ternura e a simplicidade do seu povo.

A brisa que lhe acarinha, o canto afável dos pássaros na lagoa a fazer festa!

E nós crianças na calçada da igreja a brincar com pedrinhas, o jogo do "Chibil".



Na tranquilidade de uma tarde ensolarada.

Contemplando as flores do flamboyant no quintal do vizinho.

A magia e fantasia de suas crianças brincando também hoje, sem parques,

Sem areia e sem brinquedos, de cantigas de roda.


Vejo a aspiração e sonhos dos seus jovens, na luta pela vida.

As emoções e lágrimas de tantas partidas...

A mansa e dócil alegria do viver sem stress.

Na calçada à tardinha, com meu pai a conversar com seus amigos.



Contemplo fé radicada dos seus filhos,

Em Deus e na Mãe do Perpétuo Socorro.

Protegidos e ancorados pela mãe do "Belo Amor".

Do “AMOR dos AMORES”, a mãe de Jesus.



Não escuto mais as passadas cansadas de minha mãe, altas horas...

A trabalhar pela messe...

Pela fé transmitindo por meio da construção da igreja.

Com festas, procissões e esmolas.


Escuto o tocar do sino convidando os jovens e crianças

Para rezar o terço diário, na igreja com o altar

Enfeitado pelas crianças, cheias de fervor.



Também revejo seu cantar mamãe, embalando os sonhos.

Idealizando, planejando solitária...

 A unir o povo com uma palavra de esperança

De fazer algo pela fé e pela futura cidade.



Hoje, seus passos e sua luta prosseguem...

No peregrinar da sua comunidade unida.

A formar e construir novos discípulos.

E eu daqui, do planalto central, distantes de suas lindas terras e serras...

Mas, próxima do coração dos seus que me buscam e me ligam;

Como carícia dos meus e dos seus pais que partiram...

              
Paraná-RN, pequenina terra!

De longe, no amor e num só coração.

Na sua festa, como em tantas festas!

 Celebro daqui o esplendor da Mae Maria que aprendi a amar

E “viver aqui na terra como no céu" onde a vontade de Deus nos coloca:

Longe, mas perto e muito feliz.
                                                      
          
Maria da Conceição Pinheiro Moreira

                                                             Escrevi no período da festa de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro que acontece todo ano, no mês de setembro. Porém só publiquei no Blog dia - 25/10/213.
                                                            Hoje dei uma adaptada: 06/03/2016





Vamos preparar um Natal, vivo de verdade , cheio de amor concreto nas nossas famílias e comunidade?
Já formou na sua rua o grupo para fazer a novena do Natal e preparar-se para o mesmo?

Foto: Eduardo Magalhães
Foto: Maria Tereza Pinheiro
Rafael Moreira E João Eduardo


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De Georgr Carlin


"Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios,
dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos
muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e oramos raramente.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.
Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma ; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito;

escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares
despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral
descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'. Um
momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa. Uma era que
leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou
simplesmente clicar 'delete'.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não
estarão por aqui para sempre. Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo,
pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua
companheira (o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame... Ame
muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. O segredo da
vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!
Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado."

Cada dia sempre um "Natal"


Enviando Jesus, Deus se dá totalmente para todos os homens... Que o nosso amor faça renascer em tantos do nosso convívio a chama de luz e amor que “Ele” trouxe para a felicidade plena da humanidade.
Com muita alegria desejamos a todos os paranaenses, com suas famílias, um Natal e Ano Novo!

Deaquino, Conceição, Maria Tereza e Natália.

Estava para tirar esta mensagem mas pensei e deixei...

Natal é todo dia:
Quando você se renega para aceitar o outro por amor!
Quando diante do outro você se faz vazio de suas próprias idéias, colocando todo o seu ser para o outro, “fazendo-se um com o outro”. Assim, Jesus renasce , vivo e potente, criador e transformador. E não é isto que o mundo espera? Se não, ser amado e feliz! Jesus vem e nasce através do seu e do nosso amor.

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Meditação

Eucaristia e ressurreição
No Evangelho de João, Jesus afirma: "o pão que eu darei é a minha carne para a vida do mundo" ( Jo 6,51b). E ainda: "Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna e eu o ressuscitarei no último dia" ( Jo 6,54). "... para a vida do mundo": a Eucaristia, portanto, serve já a partir deste mundo para dar a vida. Mas, o que é a vida? Jesus o disse: "Eu sou a vida" ( Jo 11,25;14,6). Esse pão nutre-nos d'Ele já desde esta vida. "E eu o ressuscitarei no último dia." A Eucaristia dá também a vida para o outro mundo. Mas, o que é a ressurreição? Jesus também o disse: "Eu sou a ressurreição" ( Jo 11,25). É Ele que dá início em nós à sua vida imortal, aquela que não é interrompida com a morte. Ainda que o corpo seja corruptível, a vida, Cristo, permanece tanto na alma como no corpo, como princípio de imortalidade. A ressurreição é um grande mistério para todos os homens que raciocinam com critérios humanos. Mas existe um modo de viver no qual o mistério se torna menos incompreensível. Ao vivermos o Evangelho visto pelo prisma da unidade, experimentamos, por exemplo, que, atuando o Mandamento Novo de Jesus, o amor recíproco leva a unidade fraterna entre os homens, que supera o próprio amor humano, natural.Ora, esse resultado, esta conquista é efeito da atuação da vontade de Deus. De fato, Jesus sabia que, se nós correspondêssemos aos seus imensos dons, já não seríamos "servos" ou "amigos" seus, mas "irmãos" seus e irmãos entre nós, porque nutridos da própria vida d'Ele. Para mostrar que esta família é de outra natureza, o evangelista João usa uma imagem muito sugestiva: a da videira e dos ramos (cf. Jo 15). A mesma seiva — poderíamos dizer o mesmo sangue —, a mesma vida, ou seja, o mesmo amor (que é o amor com o qual o Pai ama o Filho) é-nos comunicado (cf. Jo 17,23-26) e circula entre Jesus e nós. Tornamo-nos, assim, consangüíneos, concorpóreos com Cristo. E é, pois, no sentido mais verdadeiro e, sobrenaturalmente, mais profundo que Jesus, depois de sua ressurreição, chama os seus discípulos de "irmãos" (cf. Jo 20,17). Ora, uma vez construída essa família do Reino dos Céus, como poderíamos imaginar uma morte que possa interromper a obra de Deus, com todas as conseqüências dolorosas que isto comporta? Não, Deus não nos podia colocar diante de uma separação absurda. Ele devia dar-nos uma resposta. E no-la deu revelando-nos a verdade da ressurreição da carne. Ela, praticamente, não é mais, para quem crê, um mistério obscuro de fé, mas uma conseqüência lógica da vivência da vida cristã. Ela é portadora da imensa alegria de sabermos que nos encontraremos todos com aquele Jesus que nos uniu desse modo. Chiara Lubich Blog: CENTRETO - SÃO PAULO

O AGIR QUE SE ALARGA


“E preciso fazer com que as pessoas e grupos, engajados nas várias dimensões da vida humana, redescubram os valores profundos e eternos do homem, coloquem a fraternidade como base de suas vidas e só depois se mobilizem para a ação”. A conseqüência é a seguinte:

O AGIR SE ALARGA, PASSANDO DE UM AMOR INTERPESSOAL PARA UM AMOR MAIOR,AQUELE PELO 'PÓLIS', PELA CIDADE.

“È um amor que exige sacrifícios, esforços, fadiga. Pede para que todos se transformem de pessoas covardes e egoístas, preocupadas apenas com os próprios interesses e os próprios afazeres, em pequenos heróis da vida cotidiana, que no dia-a-dia estão a serviço dos irmãos, de todos, prontos até mesmo a dar a vida por eles”.Chiara Lubich

Algumas experiências


Tenho 16 anos e sou o filho mais novo, e recentemente meu pai teve que se aposentar. Porém, para continuar mantendo os rendimentos da família, resolveu assumir um outro emprego, dentro da área de seu conhecimento, porém tendo que viajar muito.
Assim, o convívio da família ficou muito restrito. Mesmo quando está em casa, ele tem que ficar muito tempo isolado, preparando as coisas para a próxima viagem.
Isso me deixou um pouco triste, pois tenho pouquíssimo tempo para conversar com ele. Por outro lado, me fez entender mais ainda que a vida tem suas dificuldades, e que toda a família sofre as conseqüências de algo que acontece com um de nós.
Entendi também que ele mesmo, que é muito apegado à família, sofre por ter que trabalhar tanto e tendo tão pouco tempo para ficar conosco.
Então, resolvi agir de modo a amenizar essa situação. Nas poucas oportunidades que me encontro com meu pai, procuro só falar de coisas boas, para deixá-lo feliz. Às vezes só há tempo para um sorriso e um abraço, mas sei que, mesmo assim, nosso relacionamento é até mais forte.

Dante (Brasília-DF)



Foto: Clarice Safari - SP


Sou viúva e moro sozinha. Apesar de ter garagem em minha casa, às vezes deixo o carro estacionado na rua, por vários motivos. Um dia, quando fui sair com o carro, percebi uma pequena batida. Fiquei chateada e uma pessoa que estava na rua me disse que foi a vizinha da frente. Disse ainda que ouviu ela dizer, sem mostrar preocupação alguma: “carro não é pra ficar na rua”. Aquelas palavras mostravam que não adiantaria conver-sar com ela. Tentei, então, perdoá-la, aceitando o fato como um desses infortúnios que não se pode evitar.
Algum tempo depois, eles compraram um carro novo e tiveram que deixar o outro na rua cotidianamente. Não demorou muito e o carro deles amanheceu com uma batida. Concertaram, mas pouco tempo depois, veio outra batida. Ficaram muito chateados.
Lembrando da Palavra de Vida “Faça aos outros o que gostaria que fizessem a você”, resolvi oferecer a eles uma vaga na minha garagem, que comporta dois carros. Eles ficaram muito surpresos, mas aceitaram.
É verdade que, às vezes, tenho que esperar o filho deles chegar tarde para guardar o carro, mas isso tudo criou entre nós um clima de fraternidade. Se eu me ocupo um pouco com os problemas deles, eles também se empenham em me ajudar em alguma coisa. Todos ganham com isso.
Raimunda (Brasília-DF)
Estas duas experiências são do Jornal da Comunidade de Brasília - DF.
Quando entrei no avião, para voltar das férias, eu quis cumprimentar a aeromoça, o comissário e alguns passageiros, porque isso faz bem a todos. Depois, quando fui sentar, uma pessoa precisava sentar em meu lugar. Então eu deixei porque isso também faz Jesus feliz.
Alexandre – 6 anos (Brasília)
Nestas férias, à luz da Palavra de Vida de janeiro que falava em “orar continuamente”, me dei conta de que estava considerando os momentos de oração e meditação como obrigação, como uma imposição a quem queira se aproximar de Deus. De fato, sempre considerei os momentos de oração como algo absolutamente necessário para mim. Porém, assim como é imprescindível o alimento para o corpo – e é mesmo obrigatório –, mas ao mesmo tempo é algo que recebo com satisfação, da mesma forma deveria desfrutar dos momentos de encontro com Deus – aliás, melhor ainda, com muita alegria e gratidão. E assim tenho procurado viver estes sublimes momentos a partir de então.

João Carlos (Um jovem de Brasília)

A liberdade "não significa tanto a possibilidade de escolher o bem e o mal, quanto de caminhar sempre mais em direção ao bem." Afirma Chiara Lubich aos jovens. E prossegue: “Tenho constatado que o bem liberta, o mal escraviza. Ora, para ter a liberdade é preciso amar. Pois aquilo que nos torna escravos é o nosso eu. Ao passo que pensando sempre no outro, ou na vontade de Deus quando cumprimos os próprios deveres, ou no próximo, não pensamos em nós e somos livres de nós mesmos."
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«Na minha classe tem muitas meninas bacanas, mas também tem outras que chegam até a ler uma revistinha que não é muito legal. Elas sempre me convidavam para ler juntas e terminei cedendo, mesmo porque fiquei curiosa daquilo que comentavam. Comecei a ler e fiquei assustada. Naquelas páginas se incentivavam os adolescentes a manter rela-cionamentos sexuais o mais frequente possível. E tudo o que estava escrito sobre o homem e a mulher era banal e vulgar, nada a ver com a beleza com que Deus nos criou. Durante o intervalo, uma colega me perguntou se a partir de então eu também gostaria de ler essa revista. Imediatamente respondi que não, e que jamais faria isso e lhe perguntei porque ela lia coisas desse tipo. “Você é uma puritana – me respondeu ofendida – não tenho mais nada a ver com você!” Eu fiquei mal, sem saber o que dizer. Como é possível fazer a amizade depender da leitura de uma revista como aquela?
Uma reação de ódio me invadiu completamente, junto com a vontade de me vingar. Depois pensei: “Não, não vou me vingar e sim amá-la!” E assim fiz. Dias depois outra colega se aproximou e me disse que a minha atitude de não ler aquele tipo de revistas estava certa e que ela também queria experimentar fazer assim. Isso me deixou muito feliz».


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Experiência:

Com os santos foi isso que aconteceu. Mas nem sequer nós devemos desanimar. Também os cristãos comuns podem produzir fruto. Veja, por exemplo, esse fato:

Você sabe que boa parte do mundo estudantil hoje está politizado e deixa pouco espaço para aqueles que gostariam de ser úteis à humanidade partindo de outras inspirações.

Estamos em Portugal. Maria do Socorro entrou para a universidade, após terminar o ensino médio. O ambiente é difícil. Muitos de seus colegas lutam, conforme a própria ideologia, e cada um quer levar consigo os estudantes que ainda não se manifestam.

Maria sabe muito bem qual é o seu caminho, embora seja difícil explicá-lo: seguir Jesus e permanecer unida a ele. É tachada de pessoa amorfa e sem ideais pelos seus companheiros, que não conhecem nada de suas ideias. Algumas vezes ela sentiu respeito humano, sobretudo ao entrar na igreja. Mas não desanima, porque sente que deve permanecer unida a Jesus.


Aproxima-se o Natal. Maria percebe que alguns dos colegas não podem ir festejar em casa, pois moram muito longe, e então propõe aos outros companheiros a ideia de oferecerem juntos um presente àqueles que não vão viajar. Para sua grande surpresa, todos aceitam de imediato.

Algum tempo depois acontecem as eleições para representante do curso e, para sua grande surpresa, justamente ela é eleita. Mas a surpresa é ainda maior quando lhe dizem: “É lógico que você tenha sido eleita! Você é a única que tem uma linha bem definida, que sabe o que quer e o que fazer para realizá-lo”. Alguns de seus colegas se interessaram pelo seu ideal e agora querem viver da mesma forma.

Um bom fruto da perseverança de Maria do Socorro em permanecer unida a Jesus.

Chiara Lubich

“Tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim”. (Jo 13,1)



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Episódio verdadeiro.


Aconteceu tempos atrás e, no entanto, parece de uma atualidade incrível. De fato, conheço inúmeros jovens que se comportam hoje com a mesma atitude da moça desta história.

Chamava-se Elvira. Cursava a Escola Normal. Era pobre, e só poderia prosseguir os estudos se conseguisse manter uma média alta. Possuía uma fé sólida. O seu professor de filosofia era ateu, de modo que não raramente apresentava as verdades sobre Cristo, sobre a Igreja, de maneira alterada, quando não deformada. O coração daquela jovem fervia de indignação. Não por ela, mas pelo seu amor a Deus, à Verdade e às suas companheiras. Embora consciente de que, contradizendo o professor, corria o risco de ter uma nota baixa, o que Elvira sentia dentro de si era mais forte do que ela mesma. Levantava a mão todas as vezes, pedindo a palavra: “Não é verdade, professor!”. Talvez nem sempre ela possuísse os argumentos para rebater os comentários do professor, mas naquelas palavras “não é verdade” estava toda a sua fé, que é dom da Verdade e, por isso mesmo, faz pensar.

As colegas, que gostavam dela, tentavam convencê-la a não se manifestar, para que ela não fosse prejudicada. Mas não conseguiam.

Passaram alguns meses. Chegou a hora da distribuição dos boletins com as notas. A jovem recebe o seu boletim apreensiva. Depois, teve um sobressalto de alegria. Dez! A nota máxima.

Elvira tinha procurado acima de tudo fazer com que Deus e a Sua Verdade reinassem, e o resto veio por acréscimo.


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“Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão dadas por acréscimo.”

Se também você procurar o Reino do Pai, haverá de experimentar que Deus é Providência com relação a todas as necessidades da sua vida. E descobrirá a normal extraordinariedade do Evangelho.

Chiara Lubich



Experiências

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Maria da Conceição Pinheiro Moreira


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Festa de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Paraná - RN


Participe!
Novena de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
Momentos de reflexão, adoração, devoção, louvor e troca de experiências... Oportunidade para pedir graças a MÃE DE DEUS, MÃE DO PERPÉTUO SOCORRO.

Toda terça-feira ás 19:00h



Campanha da Fraternidade 2011

Campanha da Fraternidade de 2011


O tema da Campanha da Fraternidade de 2011 é “Fraternidade e a Vida no Planeta” que será voltada para o meio ambiente; e o lema é “A Criação Geme Com Dores de Parto”. Dom Dimas Lara Barbosa, bispo auxiliar do arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro e secretário geral da CNBB, conta-nos que a Campanha da Fraternidade de 2011 reflete a questão ecológica, com foco, sobretudo, nas mudanças climáticas.



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