Palavra de Vida










Palavra de Vida – Junho de 2016

Você está em: Home > Palavra de Vida – Junho de 2016
Palavra de Vida – Junho de 2016
28 Maio 2016
“Vivei em paz uns com os outros.” (Mc 9,50)
Como soa bem, no meio dos conflitos que ferem a humanidade em tantas partes do mundo, o convite de Jesus à paz. É algo que mantém viva a esperança, pois sabemos que Ele mesmo é a paz e prometeu que nos daria a sua paz.
O Evangelho de Marcos traz essa frase de Jesus no final de uma série de máximas dirigidas aos discípulos, reunidos na casa em Cafarnaum, com as quais Ele explica como deveria viver a sua comunidade. A conclusão é clara: tudo deve conduzir à paz, na qual se encerra todo bem.
Uma paz que somos chamados a experimentar na vida de cada dia: na família, no trabalho, com aqueles que pensam de modo diferente na política. Uma paz que não tem medo de confrontar-se com opiniões discordantes, sobre as quais precisamos falar abertamente, se quisermos uma unidade cada vez mais verdadeira e profunda. Uma paz que, ao mesmo tempo, exige a nossa atenção para que o relacionamento de amor nunca desapareça, porque a pessoa do outro vale mais do que as diversidades que possam existir entre nós.
“Onde quer que chegue a unidade e o amor mútuo”, afirmava Chiara Lubich, “chega a paz, ou melhor, a paz verdadeira. Porque onde existe o amor mútuo, existe uma certa presença de Jesus no nosso meio, e Ele é justamente a paz, a paz por excelência”1.
O seu ideal de unidade tinha surgido durante a Segunda Guerra Mundial e imediatamente revelou-se como antídoto a ódios e dilacerações. Desde então, diante de cada novo conflito, Chiara sempre propôs com persistência a lógica evangélica do amor. Por exemplo, quando explodiu a guerra no Iraque em 1990, ela manifestou a amarga surpresa de ouvir “palavras que pareciam estar sepultadas, como: ‘o inimigo’, ‘os inimigos’, ‘começam as hostilidades’, e depois os boletins de guerra, os prisioneiros, as derrotas (…). Percebemos, com perplexidade, que fora ferido gravemente o princípio fundamental do cristianismo, o ‘mandamento’ por excelência de Jesus, o mandamento ‘novo’. (…) Ao invés de se amarem, ao invés de estarem prontos a morrer um pelo outro”, aí está a humanidade novamente “no abismo do ódio”: desprezo, torturas, assassinatos2. Como sair disso? Perguntava-se ela. “Deveríamos tecer, onde for possível, relacionamentos novos, ou aprofundar os que já existem entre nós cristãos e os fiéis das religiões monoteístas: os muçulmanos e os judeus”3, ou seja, entre aqueles que naquela ocasião estavam em conflito.
A mesma coisa vale diante de todo tipo de conflito: tecer entre pessoas e povos relacionamentos de escuta, de ajuda mútua, de amor, diria Chiara ainda, até “estar prontos a morrer um pelo outro”. É preciso conter as próprias razões para entender as do outro, mesmo sabendo que nem sempre chegaremos a compreendê-lo até o fundo. Também o outro provavelmente faz o mesmo em relação a mim e às vezes, quem sabe, também ele não entende a mim e os meus motivos. No entanto, queremos ficar abertos ao outro, mesmo na diversidade e na incompreensão, salvando acima de tudo o relacionamento com ele.
O Evangelho coloca isso de modo imperativo: “Vivei em paz”. Sinal de que nos pede um empenho sério e exigente. É uma das mais essenciais expressões do amor e da misericórdia que somos chamados a ter uns para com os outros.
Fabio Ciardi
________________________________


Do site do Movimento dos Focolares


Veja a Palavra de Vida todos os meses aqui.
                 Para jovens adultos e adolescentes :
Movimento dos Focolares: Palavra de Vida

                           Palavra de Vida de JulhoDo site do Movimento dos Focolares
pv-chiara
Palavra de Vida para crianças:




 

A Palavra de Vida para crianças


                                              Veja :
                                                           Papa Francisco

Os que estão sós

Senhor dá-me todos os que estão sós...
Senti em meu coração a paixão que invade o Teu, por todo o abandono em que o mundo inteiro nada. Amo todo ser doente e só: até as plantas sem viço me causam dó..., até os animais solitários. Quem consola o seu pranto?
                                                 Chiara Lubich

 

Ao assistir o telejornal, a sensação que nos dá é que o mundo inteiro está desmoronando à nossa volta, tantas são as tragédias e os índices de violência.
De um modo contrastante vivo uma experiência com pessoas, que colocam a caridade recíproca como a coisa mais importante do dia, que vale mais que tudo.
Isso me dá esperança que algo está mudando no coração de cada um.
O amor é silencioso, mas potente.
Não faz alarde, mas transforma mentes e corações.
Destrói a mentira, corrige o errante e vence o ódio.
Portanto, mesmo que o mundo desmorone, o amor o reconstrói.
Perguntaram certa vez a Madre Teresa de Calcutá: O que deve mudar no mundo?
Ela respondeu: Eu e Você.
"QUE TUDO DESMORONE, MENOS A CARIDADE ENTRE NÓS"

De um amigo

O nosso último exame


Certa vez Chiara Lubich fez uma simpática interpretação do juízo final. Ela dizia mais ou menos assim: Jesus é mestre e deve nos examinar nofinal da vida, mas é muito diferente dos outros "mestres", porque já nos deu as perguntas e as respostas do exame. E quais são?
- "Tive fome e me deste de comer, tive sede e me deste de beber, estava nu eme
vestiste, estava enfermo e me visitaste,... E nós perguntaremosquando é que
fizemos tudo isso. Ao que ele responderá: Toda vez que ofizeste a um desses
pequeninos, a mim o fizeste.” (Mt 23, 35-40).

Então, já sabemos as perguntas do nosso exame final. Estas serão sobreo amor, unicamente sobre o amor. Amor a Deus no irmão, em cada próximo

 

 

Eucaristia e ressurreição


No Evangelho de João, Jesus afirma: <strong>"o pão que eu darei é a minha carne para a vida do mundo"
( Jo 6,51b). E ainda: "Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna e eu o ressuscitarei no último dia" ( Jo 6,54).
"... para a vida do mundo": a Eucaristia, portanto, serve já a partir deste mundo para dar a vida.
Mas, o que é a vida?
Jesus o disse:
"Eu sou a vida" ( Jo 11,25;14,6). Esse pão nutre-nos d'Ele já desde esta vida.
"E eu o ressuscitarei no último dia." A Eucaristia dá também a vida para o outro mundo.
Mas, o que é a ressurreição? Jesus também o disse: "Eu sou a ressurreição" ( Jo 11,25).
É Ele que dá início em nós à sua vida imortal, aquela que não é interrompida com a morte.
Ainda que o corpo seja corruptível, a vida, Cristo, permanece tanto na alma como no corpo, como princípio de imortalidade.
A ressurreição é um grande mistério para todos os homens que raciocinam com critérios humanos.
Mas existe um modo de viver no qual o mistério se torna menos incompreensível.
Ao vivermos o Evangelho visto pelo prisma da unidade, experimentamos, por exemplo, que, atuando o Mandamento Novo de Jesus, <strong>o amor recíproco leva a unidade fraterna entre os homens, que supera o próprio amor humano, natural.</strong>Ora, esse resultado, esta conquista é efeito da atuação da vontade de Deus.
De fato, Jesus sabia que, se nós correspondêssemos aos seus imensos dons, já não seríamos "servos" ou "amigos" seus, mas "irmãos" seus e irmãos entre nós, porque nutridos da própria vida d'Ele.
Para mostrar que esta família é de outra natureza, o evangelista João usa uma imagem muito sugestiva: a da videira e dos ramos (cf. Jo 15). A mesma seiva — poderíamos dizer o mesmo sangue —, a mesma vida, ou seja, o mesmo amor (que é o amor com o qual o Pai ama o Filho) é-nos comunicado (cf. Jo 17,23-26) e circula entre Jesus e nós.
Tornamo-nos, assim, consangüíneos, concorpóreos com Cristo.
E é, pois, no sentido mais verdadeiro e, sobrenaturalmente, mais profundo que Jesus, depois de sua ressurreição, chama os seus discípulos de "irmãos" (cf. Jo 20,17).
Ora, uma vez construída essa família do Reino dos Céus, como poderíamos imaginar uma morte que possa interromper a obra de Deus, com todas as conseqüências dolorosas que isto comporta? Não, Deus não nos podia colocar diante de uma separação absurda.
Ele devia dar-nos uma resposta.
E no-la deu revelando-nos a verdade da ressurreição da carne.
Ela, praticamente, não é mais, para quem crê, um mistério obscuro de fé, mas uma conseqüência lógica da vivência da vida cristã. Ela é portadora da imensa alegria de sabermos que nos encontraremos todos com aquele Jesus que nos uniu desse modo.

Chiara Lubich
Blog:
CENTRETO - SÃO PAULO

Para meditar

 Mateus 13, 10-17- Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, pois revelaste os mistérios do teu reino aos pequeninos escondendo-os aos doutores! (Mt 11, 25)

Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus:

Naquele tempo, 10os discípulos aproximaram-se e disseram a Jesus: “Por que tu falas ao povo em parábolas?” 11Jesus respondeu: “Porque a vós foi dado o conhecimento dos mistérios do Reino dos Céus, mas a eles não é dado. 12Pois à pessoa que tem, será dado ainda mais, e terá em abundância; mas à pessoa que não tem, será tirado até o pouco que tem. 13É por isso que eu lhes falo em parábolas: porque olhando, eles não veem, e ouvindo, eles não escutam, nem compreendem. 14Deste modo se cumpre neles a profecia de Isaías: ‘Havereis de ouvir, sem nada entender. Ha­vereis de olhar, sem nada ver. 15Porque o coração deste povo se tornou insensível. Eles ouviram com má vontade e fecharam seus olhos, para não ver com os olhos nem ouvir com os ouvidos, nem compreender com o coração, de modo que se convertam e eu os cure’. 16Felizes sois vós, porque vossos olhos veem e vossos ouvidos ouvem. 17Em verdade vos digo, muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes, e não viram, desejaram ouvir o que ouvis, e não ouviram. 
Para jovens, crianças e adultos que recebiam a Palavra de Vida das mãos de Terezinha Pinheiro. Uma vez por mês irei postar a aqui a Palavra de Vida de Cada mês.








Assine a "Revista Cidade Nova" para seus filhos!

De Georgr Carlin


"Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios,
dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos
muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e oramos raramente.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.
Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma ; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito;

escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares
despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral
descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'. Um
momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa. Uma era que
leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou
simplesmente clicar 'delete'.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não
estarão por aqui para sempre. Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo,
pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua
companheira (o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame... Ame
muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. O segredo da
vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!
Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado."

Cada dia sempre um "Natal"


Enviando Jesus, Deus se dá totalmente para todos os homens... Que o nosso amor faça renascer em tantos do nosso convívio a chama de luz e amor que “Ele” trouxe para a felicidade plena da humanidade.
Com muita alegria desejamos a todos os paranaenses, com suas famílias, um Natal e Ano Novo!

Deaquino, Conceição, Maria Tereza e Natália.

Estava para tirar esta mensagem mas pensei e deixei...

Natal é todo dia:
Quando você se renega para aceitar o outro por amor!
Quando diante do outro você se faz vazio de suas próprias idéias, colocando todo o seu ser para o outro, “fazendo-se um com o outro”. Assim, Jesus renasce , vivo e potente, criador e transformador. E não é isto que o mundo espera? Se não, ser amado e feliz! Jesus vem e nasce através do seu e do nosso amor.

~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Meditação

Eucaristia e ressurreição
No Evangelho de João, Jesus afirma: "o pão que eu darei é a minha carne para a vida do mundo" ( Jo 6,51b). E ainda: "Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna e eu o ressuscitarei no último dia" ( Jo 6,54). "... para a vida do mundo": a Eucaristia, portanto, serve já a partir deste mundo para dar a vida. Mas, o que é a vida? Jesus o disse: "Eu sou a vida" ( Jo 11,25;14,6). Esse pão nutre-nos d'Ele já desde esta vida. "E eu o ressuscitarei no último dia." A Eucaristia dá também a vida para o outro mundo. Mas, o que é a ressurreição? Jesus também o disse: "Eu sou a ressurreição" ( Jo 11,25). É Ele que dá início em nós à sua vida imortal, aquela que não é interrompida com a morte. Ainda que o corpo seja corruptível, a vida, Cristo, permanece tanto na alma como no corpo, como princípio de imortalidade. A ressurreição é um grande mistério para todos os homens que raciocinam com critérios humanos. Mas existe um modo de viver no qual o mistério se torna menos incompreensível. Ao vivermos o Evangelho visto pelo prisma da unidade, experimentamos, por exemplo, que, atuando o Mandamento Novo de Jesus, o amor recíproco leva a unidade fraterna entre os homens, que supera o próprio amor humano, natural.Ora, esse resultado, esta conquista é efeito da atuação da vontade de Deus. De fato, Jesus sabia que, se nós correspondêssemos aos seus imensos dons, já não seríamos "servos" ou "amigos" seus, mas "irmãos" seus e irmãos entre nós, porque nutridos da própria vida d'Ele. Para mostrar que esta família é de outra natureza, o evangelista João usa uma imagem muito sugestiva: a da videira e dos ramos (cf. Jo 15). A mesma seiva — poderíamos dizer o mesmo sangue —, a mesma vida, ou seja, o mesmo amor (que é o amor com o qual o Pai ama o Filho) é-nos comunicado (cf. Jo 17,23-26) e circula entre Jesus e nós. Tornamo-nos, assim, consangüíneos, concorpóreos com Cristo. E é, pois, no sentido mais verdadeiro e, sobrenaturalmente, mais profundo que Jesus, depois de sua ressurreição, chama os seus discípulos de "irmãos" (cf. Jo 20,17). Ora, uma vez construída essa família do Reino dos Céus, como poderíamos imaginar uma morte que possa interromper a obra de Deus, com todas as conseqüências dolorosas que isto comporta? Não, Deus não nos podia colocar diante de uma separação absurda. Ele devia dar-nos uma resposta. E no-la deu revelando-nos a verdade da ressurreição da carne. Ela, praticamente, não é mais, para quem crê, um mistério obscuro de fé, mas uma conseqüência lógica da vivência da vida cristã. Ela é portadora da imensa alegria de sabermos que nos encontraremos todos com aquele Jesus que nos uniu desse modo. Chiara Lubich Blog: CENTRETO - SÃO PAULO

O AGIR QUE SE ALARGA


“E preciso fazer com que as pessoas e grupos, engajados nas várias dimensões da vida humana, redescubram os valores profundos e eternos do homem, coloquem a fraternidade como base de suas vidas e só depois se mobilizem para a ação”. A conseqüência é a seguinte:

O AGIR SE ALARGA, PASSANDO DE UM AMOR INTERPESSOAL PARA UM AMOR MAIOR,AQUELE PELO 'PÓLIS', PELA CIDADE.

“È um amor que exige sacrifícios, esforços, fadiga. Pede para que todos se transformem de pessoas covardes e egoístas, preocupadas apenas com os próprios interesses e os próprios afazeres, em pequenos heróis da vida cotidiana, que no dia-a-dia estão a serviço dos irmãos, de todos, prontos até mesmo a dar a vida por eles”.Chiara Lubich

Algumas experiências


Tenho 16 anos e sou o filho mais novo, e recentemente meu pai teve que se aposentar. Porém, para continuar mantendo os rendimentos da família, resolveu assumir um outro emprego, dentro da área de seu conhecimento, porém tendo que viajar muito.
Assim, o convívio da família ficou muito restrito. Mesmo quando está em casa, ele tem que ficar muito tempo isolado, preparando as coisas para a próxima viagem.
Isso me deixou um pouco triste, pois tenho pouquíssimo tempo para conversar com ele. Por outro lado, me fez entender mais ainda que a vida tem suas dificuldades, e que toda a família sofre as conseqüências de algo que acontece com um de nós.
Entendi também que ele mesmo, que é muito apegado à família, sofre por ter que trabalhar tanto e tendo tão pouco tempo para ficar conosco.
Então, resolvi agir de modo a amenizar essa situação. Nas poucas oportunidades que me encontro com meu pai, procuro só falar de coisas boas, para deixá-lo feliz. Às vezes só há tempo para um sorriso e um abraço, mas sei que, mesmo assim, nosso relacionamento é até mais forte.

Dante (Brasília-DF)



Foto: Clarice Safari - SP


Sou viúva e moro sozinha. Apesar de ter garagem em minha casa, às vezes deixo o carro estacionado na rua, por vários motivos. Um dia, quando fui sair com o carro, percebi uma pequena batida. Fiquei chateada e uma pessoa que estava na rua me disse que foi a vizinha da frente. Disse ainda que ouviu ela dizer, sem mostrar preocupação alguma: “carro não é pra ficar na rua”. Aquelas palavras mostravam que não adiantaria conver-sar com ela. Tentei, então, perdoá-la, aceitando o fato como um desses infortúnios que não se pode evitar.
Algum tempo depois, eles compraram um carro novo e tiveram que deixar o outro na rua cotidianamente. Não demorou muito e o carro deles amanheceu com uma batida. Concertaram, mas pouco tempo depois, veio outra batida. Ficaram muito chateados.
Lembrando da Palavra de Vida “Faça aos outros o que gostaria que fizessem a você”, resolvi oferecer a eles uma vaga na minha garagem, que comporta dois carros. Eles ficaram muito surpresos, mas aceitaram.
É verdade que, às vezes, tenho que esperar o filho deles chegar tarde para guardar o carro, mas isso tudo criou entre nós um clima de fraternidade. Se eu me ocupo um pouco com os problemas deles, eles também se empenham em me ajudar em alguma coisa. Todos ganham com isso.
Raimunda (Brasília-DF)
Estas duas experiências são do Jornal da Comunidade de Brasília - DF.
Quando entrei no avião, para voltar das férias, eu quis cumprimentar a aeromoça, o comissário e alguns passageiros, porque isso faz bem a todos. Depois, quando fui sentar, uma pessoa precisava sentar em meu lugar. Então eu deixei porque isso também faz Jesus feliz.
Alexandre – 6 anos (Brasília)
Nestas férias, à luz da Palavra de Vida de janeiro que falava em “orar continuamente”, me dei conta de que estava considerando os momentos de oração e meditação como obrigação, como uma imposição a quem queira se aproximar de Deus. De fato, sempre considerei os momentos de oração como algo absolutamente necessário para mim. Porém, assim como é imprescindível o alimento para o corpo – e é mesmo obrigatório –, mas ao mesmo tempo é algo que recebo com satisfação, da mesma forma deveria desfrutar dos momentos de encontro com Deus – aliás, melhor ainda, com muita alegria e gratidão. E assim tenho procurado viver estes sublimes momentos a partir de então.

João Carlos (Um jovem de Brasília)

A liberdade "não significa tanto a possibilidade de escolher o bem e o mal, quanto de caminhar sempre mais em direção ao bem." Afirma Chiara Lubich aos jovens. E prossegue: “Tenho constatado que o bem liberta, o mal escraviza. Ora, para ter a liberdade é preciso amar. Pois aquilo que nos torna escravos é o nosso eu. Ao passo que pensando sempre no outro, ou na vontade de Deus quando cumprimos os próprios deveres, ou no próximo, não pensamos em nós e somos livres de nós mesmos."
****************************************************

«Na minha classe tem muitas meninas bacanas, mas também tem outras que chegam até a ler uma revistinha que não é muito legal. Elas sempre me convidavam para ler juntas e terminei cedendo, mesmo porque fiquei curiosa daquilo que comentavam. Comecei a ler e fiquei assustada. Naquelas páginas se incentivavam os adolescentes a manter rela-cionamentos sexuais o mais frequente possível. E tudo o que estava escrito sobre o homem e a mulher era banal e vulgar, nada a ver com a beleza com que Deus nos criou. Durante o intervalo, uma colega me perguntou se a partir de então eu também gostaria de ler essa revista. Imediatamente respondi que não, e que jamais faria isso e lhe perguntei porque ela lia coisas desse tipo. “Você é uma puritana – me respondeu ofendida – não tenho mais nada a ver com você!” Eu fiquei mal, sem saber o que dizer. Como é possível fazer a amizade depender da leitura de uma revista como aquela?
Uma reação de ódio me invadiu completamente, junto com a vontade de me vingar. Depois pensei: “Não, não vou me vingar e sim amá-la!” E assim fiz. Dias depois outra colega se aproximou e me disse que a minha atitude de não ler aquele tipo de revistas estava certa e que ela também queria experimentar fazer assim. Isso me deixou muito feliz».


......................................................................................


Experiência:

Com os santos foi isso que aconteceu. Mas nem sequer nós devemos desanimar. Também os cristãos comuns podem produzir fruto. Veja, por exemplo, esse fato:

Você sabe que boa parte do mundo estudantil hoje está politizado e deixa pouco espaço para aqueles que gostariam de ser úteis à humanidade partindo de outras inspirações.

Estamos em Portugal. Maria do Socorro entrou para a universidade, após terminar o ensino médio. O ambiente é difícil. Muitos de seus colegas lutam, conforme a própria ideologia, e cada um quer levar consigo os estudantes que ainda não se manifestam.

Maria sabe muito bem qual é o seu caminho, embora seja difícil explicá-lo: seguir Jesus e permanecer unida a ele. É tachada de pessoa amorfa e sem ideais pelos seus companheiros, que não conhecem nada de suas ideias. Algumas vezes ela sentiu respeito humano, sobretudo ao entrar na igreja. Mas não desanima, porque sente que deve permanecer unida a Jesus.


Aproxima-se o Natal. Maria percebe que alguns dos colegas não podem ir festejar em casa, pois moram muito longe, e então propõe aos outros companheiros a ideia de oferecerem juntos um presente àqueles que não vão viajar. Para sua grande surpresa, todos aceitam de imediato.

Algum tempo depois acontecem as eleições para representante do curso e, para sua grande surpresa, justamente ela é eleita. Mas a surpresa é ainda maior quando lhe dizem: “É lógico que você tenha sido eleita! Você é a única que tem uma linha bem definida, que sabe o que quer e o que fazer para realizá-lo”. Alguns de seus colegas se interessaram pelo seu ideal e agora querem viver da mesma forma.

Um bom fruto da perseverança de Maria do Socorro em permanecer unida a Jesus.

Chiara Lubich

“Tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim”. (Jo 13,1)



***************************************************************************
Episódio verdadeiro.


Aconteceu tempos atrás e, no entanto, parece de uma atualidade incrível. De fato, conheço inúmeros jovens que se comportam hoje com a mesma atitude da moça desta história.

Chamava-se Elvira. Cursava a Escola Normal. Era pobre, e só poderia prosseguir os estudos se conseguisse manter uma média alta. Possuía uma fé sólida. O seu professor de filosofia era ateu, de modo que não raramente apresentava as verdades sobre Cristo, sobre a Igreja, de maneira alterada, quando não deformada. O coração daquela jovem fervia de indignação. Não por ela, mas pelo seu amor a Deus, à Verdade e às suas companheiras. Embora consciente de que, contradizendo o professor, corria o risco de ter uma nota baixa, o que Elvira sentia dentro de si era mais forte do que ela mesma. Levantava a mão todas as vezes, pedindo a palavra: “Não é verdade, professor!”. Talvez nem sempre ela possuísse os argumentos para rebater os comentários do professor, mas naquelas palavras “não é verdade” estava toda a sua fé, que é dom da Verdade e, por isso mesmo, faz pensar.

As colegas, que gostavam dela, tentavam convencê-la a não se manifestar, para que ela não fosse prejudicada. Mas não conseguiam.

Passaram alguns meses. Chegou a hora da distribuição dos boletins com as notas. A jovem recebe o seu boletim apreensiva. Depois, teve um sobressalto de alegria. Dez! A nota máxima.

Elvira tinha procurado acima de tudo fazer com que Deus e a Sua Verdade reinassem, e o resto veio por acréscimo.


>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>

“Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão dadas por acréscimo.”

Se também você procurar o Reino do Pai, haverá de experimentar que Deus é Providência com relação a todas as necessidades da sua vida. E descobrirá a normal extraordinariedade do Evangelho.

Chiara Lubich



Experiências

O que você achou desta página?
Deixe o seu comentário em qualquer lugar dos comentários deste Blog. Ou escreva para:

Maria da Conceição Pinheiro Moreira


moreira.mcp@gmail.com

Estou aguardando seu e-mail. Obrigada!

Festa de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Paraná - RN


Participe!
Novena de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
Momentos de reflexão, adoração, devoção, louvor e troca de experiências... Oportunidade para pedir graças a MÃE DE DEUS, MÃE DO PERPÉTUO SOCORRO.

Toda terça-feira ás 19:00h



Campanha da Fraternidade 2011

Campanha da Fraternidade de 2011


O tema da Campanha da Fraternidade de 2011 é “Fraternidade e a Vida no Planeta” que será voltada para o meio ambiente; e o lema é “A Criação Geme Com Dores de Parto”. Dom Dimas Lara Barbosa, bispo auxiliar do arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro e secretário geral da CNBB, conta-nos que a Campanha da Fraternidade de 2011 reflete a questão ecológica, com foco, sobretudo, nas mudanças climáticas.



Marcadores

Deixe aqui o seu comentário

Você pode comentar qualquer página deste Blog.
É só entrar com seu email e senha do gmail no final de cada página do Blog.
No final de cada postagem você encontra o espaço para escrever seus comentários ou escreva:
Obrigada!